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Roubo e furto de celular em São Paulo

Números de abril a setembro de 2026, a partir dos boletins de ocorrência publicados pela SSP-SP. Dados até 30/09/2026.

Números gerais

Contagem de boletins. Lugar por onde passa mais gente registra mais.

O que os números dizem pro dia a dia

  1. Fim da tarde e começo da noite concentram os registros. 30% dos boletins com hora exata ficam entre 17h e 21h. É a hora da volta pra casa.
  2. Em transporte, estação e terminal, quase tudo é furto. Entre os registros que dizem que a vítima estava no transporte, são 1.981 furtos e 171 roubos.
  3. Sábado e sexta-feira têm mais registros. Foram 12.261 e 11.897 no período. O dia com menos teve 8.036.

Cuidados que ajudam

São práticas conhecidas de quem anda pela cidade. Os números acima mostram onde e quando elas pesam mais.

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Perguntas frequentes

De onde vêm os dados? É estatística oficial?

Da base "Celulares Subtraídos", que a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) publica na página de transparência. São boletins de ocorrência registrados na Polícia Civil. O mapa usa só a cidade de São Paulo e só roubo e furto; perda e extravio ficam de fora.

É a base bruta, sem tratamento, e a própria SSP avisa que ela não é estatística oficial. Serve pra enxergar padrão, e cada número aqui deve ser lido como contagem de boletins.

Qual período o mapa cobre?

Ocorrências de abril a setembro de 2026. A publicação mais recente é de 28/10/2026. A SSP publica a base uma vez por mês, com o mês anterior fechado, então o mapa mostra sempre um retrato de 30 a 60 dias atrás. A próxima atualização é esperada pro fim de novembro de 2026.

O mapa abre nos três meses mais recentes (julho a setembro de 2026), e os botões de período mostram os três anteriores ou os seis somados.

Qual a diferença entre roubo e furto?

No roubo há violência ou ameaça. No furto, o celular some sem confronto, muitas vezes sem a pessoa perceber na hora. No período, 65% dos boletins são de furto (47.952) e 35% são de roubo (25.873). Quando o mesmo boletim traz os dois, ele conta como roubo.

Em que horário acontece mais?

No fim da tarde e à noite. O furto tem pico às 18h e o roubo, às 20h. Entre 17h e 21h ficam 30% dos boletins com hora exata.

36% dos boletins trazem só o período do dia (manhã, tarde, noite, madrugada), sem a hora. No mapa, o filtro de faixa do dia usa os dois tipos de informação.

Onde acontece?

Na rua, quase sempre: 92% dos boletins são de via pública. Terminais e estações vêm em seguida, com 4%. As ruas que mais aparecem nos boletins são Praça da Luz (772), Avenida Paulista (754) e Rua Augusta (687).

Quais distritos têm mais registros?

Pinheiros (3.520), República (3.162), Consolação (2.720), Itaim Bibi (2.326) e Santo Amaro (2.289). Olhando só roubo, a lista muda: Capão Redondo, República, Pinheiros e Itaim Bibi aparecem na frente.

O mapa usa os 96 distritos oficiais da Prefeitura. O bairro digitado no boletim varia muito de grafia e não é usado.

Então o centro é o lugar mais perigoso?

O mapa mostra quantidade de boletins. Onde passa muita gente, há mais registros em número absoluto, e isso não diz qual é a chance de cada pessoa. Também há subnotificação: nem toda ocorrência vira boletim, e isso varia de região pra região.

Os pontos mudam de lugar com o tempo?

No bairro, quase nada: a mancha grande da cidade é a mesma de um mês pro outro. No quarteirão, muda. Comparando os três meses mais antigos com os três mais recentes, 13 áreas esquentaram e 10 esfriaram além do que o acaso explica. O dado mostra que muda; o motivo ele não diz.

Por isso o mapa abre nos meses mais recentes e tem o botão Movimento, que mostra em animação os seis meses em sequência.

Por que setembro aparece mais baixo?

Porque o mês mais recente está sempre incompleto: boletim registrado com atraso entra nas publicações seguintes. No período, os meses variam de 11,0 mil a 13,5 mil boletins.

Por que um caso que conheço não aparece no mapa?

5% dos boletins não têm localização: entram no total da cidade e ficam fora do mapa. O ponto é o endereço escrito no boletim, que às vezes cai num endereço de referência, como uma estação ou uma praça. Endereço sob sigilo legal não é divulgado. E quarteirão com menos de 3 registros mostra só a contagem, sem hora, dia, rua ou marca.

O mapa diz se a vítima estava a pé ou em veículo?

Só em parte. 18% dos boletins trazem essa informação. O filtro de situação mostra só esses e avisa disso na tela. O dado não diz como o ladrão estava. Quem registra um boletim ajuda dizendo onde estava: a pé, em veículo ou no transporte.

Meu celular foi roubado. E agora?

Em emergência, ligue 190. Registre o boletim de ocorrência, que pode ser feito pela internet na Delegacia Digital da Polícia Civil de São Paulo. Bloqueie o aparelho, a linha e os aplicativos de banco pelo Celular Seguro, do governo federal, e avise a operadora e o banco.

O site guarda algum dado meu?

Não tem cadastro nem cookie. A localização do botão "Perto de mim" e o que é digitado na busca ficam no aparelho. A contagem de visitas é anônima.

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